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Setembro de 1999

Instituto Bíblico celebra 10 anos de existência

Nas instalações do Centro Bíblico, situado na freguesia do Nadadouro, a dois passos da bela lagoa de Óbidos, com a praia da Foz do Arelho não muito distante, ergue-se o Instituto Bíblico da Convenção das Assembleias de Deus em Portugal, durante anos denominado Escola Bíblica Nacional.

A 26 de Junho, algumas centenas de pessoas reuniram-se aí a fim de participarem da celebração conjunta do 10a aniversário da sua fundação e da graduação dos finalistas do curso de teologia dos anos lectivos 97/98 e 98/99. A cerimónia iniciou-se no amplo recinto em frente do edifício principal, pelas 15 horas, e prolongar-se-ia até às 6 horas da tarde, finalizando com um lanche convívio.

Aspecto geral da assistência durante a celebração do 10º aniversário do Instituto Bíblico.O virar de uma nova página

O major José Manuel Travassos, da Assembleia de Deus em Queluz, orientou a cerimónia dividida em quatro partes: descerramento da placa alusiva ao aniversário; dedicação da biblioteca; comemoração do 10a aniversário; cerimónia de graduação.

Na parte musical colaboraram os conjuntos Shekinah (Queluz) e Shalom (Caldas da Rainha), o dueto Hugo e Sílvia, o coral dos alunos, além de hinos e pequenos coros por parte da assistência.

Momentos antes do descerrar da lápide comemorativa dos dez anos de existência da instituição teológica, pelo Pr. Manuel Joana, presidente da comissão administrativa da Convenção, o pastor Luís Reis referiu-se ao evento como um "dia muito especial e histórico". Na placa constam os nomes dos pastores Luís Reis, José Lourenço, José Pessoa, Manuel Moutinho, Casimira das Neves, Delfim Cordeiro e Vieito Antunes.

O irmão Joana saudou os presentes com o Salmo 104:1 a 4, salientando as palavras do texto bíblico: "faz dos ventos seus mensageiros, dos seus ministros um fogo abrasador", e formalizou votos para que os ministros saídos da escola se tornem "um fogo abrasador" nas mãos de Deus. Declarou outrossim: "O que hoje está perante os nossos olhos é o resultado de um milagre divino; e o descerrar desta lápide simboliza não só uma homenagem aos que, em nome da Convenção, puseram a carga sobre os ombros, mas também o virar de uma nova página para uma escola que se quer mais inovada, de modo a fazer face aos grandes desafios que se projectam no futuro."

Entretanto, no interior do Instituto Bíblico decorreria uma breve cerimónia de dedicação da respectiva biblioteca ao saudoso pastor e professor José de Oliveira Pessoa. Algumas palavras alusivas ao acto foram proferidas pelo irmão Samuel Pessoa, filho do homenageado, e pelo Pr. Casimiro das Neves, primeiro director da Escola Bíblica Nacional, o qual procedeu ao descerramento da lápide.

Após um tempo de louvor a Deus, com a leitura das Escrituras Sagradas, são dadas as boas-vindas aos convidados, entre os quais o Dr. Alfredo Faustino, adjunto do senhor Governador Civil de Leiria, a quem representou oficialmente; a Dra Maria da Conceição J. Pereira, vereadora da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, em representação do seu Presidente; o senhor Francisco Gonçalo Daniel, Presidente da Junta de Freguesia do Nadadouro; o Dr. Dias Bravo, Presidente honorário da Aliança Evangélica Portuguesa; e o Prof. Harold Osland, Director do Instituto Bíblico Monte Esperança. Presentes, ainda, numerosos pastores de várias regiões do país, representantes da Convenção Nacional e da Aliança Evangélica, professores do Instituto Bíblico, etc.

Seguiram-se algumas intervenções, como a do Director Geral do Instituto Bíblico, Pr. José Lourenço, o qual disse a certo passo da sua alocução: "Dez anos de história é muito pouco no tempo, mas pode ser muito no trabalho feito e nos resultados obtidos. Temos neste momento uma centena de pessoas formadas nesta escola a servirem a Deus em Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe, Madeira, Açores e já um pouco por todo o nosso país, e também entre os emigrantes na Europa (...). Ministramos 1500 horas de ensino teológico e prático cada ano em sala de aulas, e quase outras tantas são utilizadas em trabalhos de pesquisa na ainda novel biblioteca."

O Dr. Alfredo Faustino, adjunto do senhor governador Civil de Leiria, discursa na cerimónia.Nova lei da liberdade religiosa

O Presidente da Direcção do Instituto, Pr. Luís Reis, transmitiu um discurso, no qual apresenta quatro metáforas, extraídas da 2-Epístola a Timóteo, ilustrativas da vida e ministério dos servos de Deus, que segundo Paulo devem ser fiéis e idóneos para também ensinarem os outros. A metáfora do lavrador "que mostra o sofrimento que envolve a sementeira, a expectativa para esperar resulta dos, o trabalho árduo do ar livre e não apenas no conforto dum gabinete, a dependência exclusiva de Deus, a paciência quando os resultados da sementeira não apare cem logo, a alegria pela colheita". Referiu ainda as metáforas do atleta (vida disciplinada, vida de renúncia, esforço); do servo, semelhante ao ministro cristão conquistado por Jesus para servi-Lo; do obreiro, do ministro de Cristo que tem uma obra a realizar. Afirmou o pastor Reis a certa altura do seu discurso: "Por conseguinte, gostaria de ver um me lhor reconhecimento dos ministros e das igrejas evangélicas, por parte dos governantes e autarcas deste País, à semelhança do que acontece na maioria dos países mais civilizados do mundo, pelo seu trabalho árduo mas discreto e sem grandes alaridos, que realizam numa entrega total em prol duma sociedade melhor, nomeadamente na esfera dos doentes, toxicodependentes, marginaliza dos e encarcerados. Espero, com optimismo, que uma nova Lei de Liberdade Religiosa, promulgada pelo governo, venha a consagrar na sua filosofia e no seu texto este reconhecimento que muitas vezes, e discriminadamente, tem sido negado aos pastores e às igrejas evangélicas".

O sr. Presidente da Junta de Freguesia do Nadadouro saudou os autarcas e todas as entidades presentes, bem assim o público, agradeceu o convite que lhe foi feito, e prometeu à direcção do Instituto Bíblico: "Podem contar com a Junta de Freguesia para qualquer coisa que seja necessária".

De improviso, a vereadora do Município Caldense começou por dar as boas-vindas a Caldas da Rainha, "concelho conhecido prin­cipalmente pela sua solidariedade e hospitalidade." Historiou a seguir o nascimento da cidade, há mais de cinco séculos, à volta de um hospital termal, "um hospital termal que infelizmente há dois anos e meio está fechado...". Aludiu à rainha D. Leonor fundadora das Misericórdias, que "quis abrir um espaço de hospitalidade para todos aqueles que necessitavam de tratamento físico e tratamento espiritual..."

Aprender a respeitar
Na sua intervenção, a Drª Maria Jardim asseverou de modo enfático: "E a hospitalidade significa tudo isso: saber receber de braços abertos, e todos nós sabemos que a hospitalidade nas nossas casas não é perguntar qual é a cor, qual é a religião, qual é o partido; é saber como em tudo se pode servir e estar disponível para receber (...). Estamos aqui precisamente para vos dizer, e dizer ao senhor director deste recinto público, e ao presidente, que sabemos que independentemente de podermos professar credos diferentes, é na diferença e na diferença, e, nesta vivência democrática, é nas diferenças que nós devemos aprender a respeitar, e principal mente a saber respeitar todos aqueles que hoje, e cada vez mais no mundo, é difícil, em que há perda de ideais, há perda de sonhos, há perda de respeito muitas vezes pela pessoa humana, embora se fale muito nos 50 anos da comemoração dos direitos do homem, mas se calhar é no momento em que eles são mais violados e esquecidos."

Prosseguiu a oradora: "E por isso a nossa presença aqui significa um grande respeito por todos vós porque tenho a certeza que estão a transmitir grandes ideais, não só àqueles mais velhos, mas também às gerações mais novas, transmitindo-lhes formas bonitas, mas livres de viver a vida, afastando-os de grandes males que hoje na nossa sociedade, e também nas Caldas da Rainha, infelizmente, não estamos livres deles..." A concluir, declarou a oradora: Poderão contar com a nossa colaboração, e acima de tudo com o grande respeito e a grande admiração por todos aqueles que aqui ensinam, que aqui preparam os homens e as mulheres que certa mente terão uma vida melhor; e que todos nós sejamos um Portugal também melhor..."

Falou depois, também de Improviso, o Dr. Alfredo Faustino: "A representação do Governo Civil, numa cerimónia de carácter religioso no Distrito, tem um significado do reconhecimento institucional do Governo, do representante do Governo, para com as várias confissões religiosas que se professam em Portugal, reconhecimento esse pela acção que tem vindo a ser desenvolvida por todos vós e pelas outras igrejas também em prol da formação do homem novo. Eu pessoalmente digo que saio daqui reconfortado, porque é sempre grato participar em cerimónias com certa espiritualidade, como esta que hoje aqui estou a viver (…)

O major José Travassos dirige a cerimónia, ante as autoridades civis convidadas:  presidente da Junta de Freguesia do Nadadouro, vereadora da Câmara Municipal de Caldas da Rainha e adjunto do governador Civil de Leiria. Presentes também várias entidades religiosas.Uma sociedade melhor

"Faço votos para que o trabalho desenvolvido ao longo destes dez anos se possa repercutir no futuro, e que os obreiros, que hoje daqui vão sair, possam ir para os vários locais, para o vosso dia a dia nas comunidades onde vão servir, consigam sempre pelo seu exemplo, pela sua palavra, uma sociedade melhor, mais justa, porque no fundo é isso que todos nós devemos ambicionar, e é para isso que todos devemos trabalhar."

O nosso irmão em Cristo, major José Travassos, usou da palavra nos seguintes termos: "Louvamos a Deus porque um longo caminho tem sido percorrido para que pudéssemos, já nos nossos dias, ter representantes das nossas autoridades civis numa cerimónia com este carácter. Não vão longe os tempos de forte oposição, e encontram-se aqui pastores que sofreram muito em Portugal para disseminar a santa Palavra do Evangelho, por causa da discriminação religiosa, mas graças a Deus que os tempos são outros e vivemos agora em liber­dade, pois as autoridades civis perceberam que o povo evangélico tem peso em Portugal e um papel muito importante a desempenhar no tecido social. E é com grande alegria que também agora damos oportunidade a um homem que tem combatido por esta mesma liberdade religiosa na sua função de Vice-procurador-geral da República, e nosso irmão na fé, o Dr. Dias Bravo, para nos dirigir algumas palavras. “O Dr. Dias Bravo, que também é o Presidente honorário da Aliança Evangélica Portuguesa, disse o seguinte sem o auxílio de quaisquer notas: "Crente desde os doze anos de idade, há mais de 50 anos que venho acompanhando o trabalho de Deus em Portugal, o trabalho evangélico. E é para mim neste dia, que é um dia festivo, motivo de grande satisfação por verificar como a caminhada tem sido longa, mas podemos dizer agora, como já dissemos: 'Até aqui nos tem ajudado o Senhor'. Houve dias difíceis, e tem havido. Se vos disser que em 150 anos, desde 1822 até 1974 [em Portugal], apenas houve 20 anos de liberdade religiosa. Se vos disser que está ainda em preparação a Lei da Liberdade Religiosa que espera mos venha antes do ano 2000. Meus amigos, dir-vos-ia como tem sido difícil todo este percurso!

 Direito de cidadania

 "Mas ao ver a presença das autoridades neste lugar; ao ver a presença do representante do sr. Governador Civil, da senhora Vereadora e do sr. Presidente da Junta, ao ver como é possível ter no nosso meio estas autoridades, e falarem-nos do modo como nos falaram (.,.), eu queria dizer-vos que, afinal, começa em Portugal a implantar-se o direito de cidadania; afinal somos cidadãos deste país. E é bom que todos nos compenetremos desta realidade. Hoje o teci do social, por assim dizer, está envolvido em mais de 2 mil quadros evangélicos; hoje exerce mos larga influência nos mais diversos meios. E dir-vos-ia, até para cada um de vós ter consciência daquilo que podereis representar neste país, que a comunidade evangélica pode representar algum desequilíbrio nas eleições ou em qualquer actividade política. Eu digo algum desequilíbrio, dado que poderemos talvez influenciar meio milhão de pessoas neste país.
 "(...) Aqui, meus amigos, senhoras autoridades, cultiva-se o servir; diz-se que o dom mais excelente do homem é o dom de servir, e é para servir que aqui se formam pessoas. É para servir, para servir a comunidade, para servir os excluídos, para servir sob o ponto de vista cultural, sob o ponto de vista espiritual; é para servir que realmente muitos estão aqui a ser preparados para se disseminarem nos mais variados recantos do país, e fora do país, a fim de desenvolverem a sua actividade. Os professores, as igrejas, a Convenção, todos estamos envolvidos neste projecto: servir! Servir a Jesus  Cristo; servir o homem, para que o homem possa crescer com os valores espirituais, para que a sociedade possa crescer desenvolvendo-se na mensagem, no poder e na graça do Senhor Jesus. É para servir que estamos aqui. E é por causa de servirmos que nos honramos de vos ter aqui também. Há bocado estávamos a ouvir as senhoras autoridades dizer que a sua vocação é servir.

Dra. Maria da Conceição Jardim Pereira, vereadora do pelouro da cultura da Câmara  Municipal de Caldas da Rainha, no uso da palavra.Irmanados no mesmo sentimento

"Afinal estamos irmanados no mesmo sentimento: servirmos ambos o povo português. E é este o nosso desejo. E eu felicito-vos a todos vós de estardes aqui, porque realmente a vossa consciência de servir, o vosso sentimento de servir (que é afinal o sentimento que Paulo anunciava naquelas metáforas que há pouco o Pr. Luís Reis referiu) deve-nos, por assim dizer, motivar cada um de nós (...)"

Terminada a sessão solene, ofereceram-se exemplares da Escritura Sagrada e medalhas comemorativas do evento às autoridades presentes, e só meda lhas a outras personalidades. Os professores receberam também a medalha sobredita, e a quem leccionou durante dez anos consecutivos foi entregue um diploma: Luís Reis, Vieito Antunes, Manuel da Silva  Moutinho,  Delfim  Cordeiro, Fernando Martinez e José Lourenço.

Decorreu entretanto a cerimónia da graduação, tendo os finalistas do curso complementar recebido o respectivo diploma e uma Bíblia. Eis os seus nomes: Óscar Pereira, Joaquim Correia, Joaquim Saraiva, Pedro Correia, Hugo Pinto, Joel Moutinho e Roberto Santos. À finalista Sílvia Araújo (curso básico) coube um certifica do. O presidente do Instituto agradeceu o trabalho dedicado do seu director, e da colaboração prestada pela esposa Maria P. Lourenço, recebendo esta um ramo de flores das mãos da esposa do Pr. Luís Reis.

Antes de finalizar esta reportagem, saliento que duas dezenas de professores ministram no Instituto Bíblico matérias como Teologia Sistemática, Fundamentos Pentecostais, História da Igreja, Teologia Ministerial, Hermenêutica. Homilética, Ética Cristã, Missões. Comunicação Oral e Escrita. Música, etc.

Recordo ainda que, por despacho conjunto nº 179/97 do Diário da República (II série, nB 171, de 26/6/77), foi a Escola Bíblica Nacional (Instituto Bíblico ao adquirir personalidade jurídica em 14/4/99) considerada apta a conferir habilitações aos professores de Educação Moral e Religiosa Evangélica.

Fernando Martinez

 

Dezembro de 1999

Novas do Instituto Bíblico

1999 tem sido um ano memorável para a então chamada Escola Bíblica Nacional, a qual passou a denominar-se oficialmente Instituto Bíblico da Convenção das Assembleias de Deus em Portugal.

1 - Personalidade jurídica. Por escritura pública, realizada a 14 de Abril de 1999 no Cartório Notarial de Caldas da Rainha, oficializaram-se os Estatutos que passarão a reger a pessoa colectiva Instituto Bíblico da Convenção das Assembleias de Deus em Portugal. O Instituto, por consequência, usufrui de personalidade jurídica.

O mesmo já fora inscrito (provisoriamente) como pessoa colectiva, no Instituto Nacional de Pessoas Colectivas, com o ne P 504 422 243. Tem agora a sua Assembleia Geral própria, cuja Mesa é composta pelos seguintes elementos: Presidente, Joaquim José Afonso Castilho; 1S Secretário, Carlos Alberto Salgado; 2-Secretário, Dionildo Vidal Pereira de Almeida.

Alunos do Instituto Bíblico na abertura do ano lectivoO Conselho Fiscal é constituí do por Manuel José Torcato Lopes, José Carlos e António Fernando Carvalho Reis. Quanto à Direcção, a mesma foi reconduzida: Presidente, Luís Reis; Vice-Presidente, Vieito Antunes; 1a Secretário, José Manuel de Sousa; 2a Secretário, Manuel Moutinho; Tesoureiro, Delfim Cordeiro; Vogal, José Neves. Também o Director do Instituto, José António Lourenço, fará parte da Direcção.

2 - Novos cursos. O Instituto Bíblico encontra-se preparado relativamente ao curso médio. Resultante do novo protocolo firmado com a Escola de Ensino Teológico das Assembleias de Deus (EETAD), no Brasil, abriram-se novas portas ao conhecimento e investigação, principalmente na área teológica. Temos agora equivalência aos cursos da EETAD e médio da Faculdade de Ensino Teológico das Assembleias de Deus (FAETAD), que permitirão o ingresso, a curto prazo, no curso superior da FAETAD, com bacharelato.

Assim, todos os alunos que fizeram a Escola Bíblica Nacional (EBN), o curso intensivo de um ano, têm equivalência ao curso completo da EETAD, podendo iniciar o curso médio da FAETAD.

Os alunos que terminaram os cursos básico e complementar da EBN - dois anos - , precisam fazer apenas cinco cadeiras do curso médio (por extensão), ficando com equivalência ao curso médio completo. Nessas condições poderão depois ingressar no curso superior também por extensão.

Os alunos matriculados nos cursos básico e complementar 1999/2000 ficarão, no final do curso, com equivalência completa ao curso médio da FAETAD.

 Estamos em condições de iniciar o curso médio em Janeiro próximo se houver candidatos que justifiquem.

 Pastor Vieito Antunes, Vice-Presidente da Direcção do Instituto Bíblico, no uso da palavra.Todas as informações complementares sobre custos, inscrições e funcionalidade do curso devem ser solicitadas à secretaria do Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD).

 Por outro lado, assinámos também um protocolo no âmbito da Aliança Evangélica Portuguesa / Comissão Para a Acção Educativa Evangélica das Escolas Públicas (AEP / COMACEP) para um currículo a aplicar à formação de professores, a fim de leccionarem nas Escolas Públicas. Trata-se do curso para professores no ensino público da disciplina de Religião e Moral Evangélica.

 Já inserimos no nosso currículo, este ano, essas novas disciplinas que começarão a ser leccionadas a partir de Janeiro do ano 2000. O curso poderá funcionar em regime de internato ou por extensão, de acordo com os interessa dos que surgirem. A secretaria do IBAD poderá fornecer as informações necessárias.

 Pelo acima exposto, os novos currículos sofreram profundas alterações, as quais mexeram também com o corpo docente. Necessitamos agora das orações do povo de Deus por esta Instituição, da fidelidade das igrejas nas suas contribuições, do empenhamento dos pastores e professores, e muito da graça do Senhor neste ministério.

José António Lourenço